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COLIBRIS

COLIBRIS


PRESIDENTE Murilo Sousa
CARNAVALESCO Junior Pereira (Cigano)
DIRETOR DE CARNAVAL Matheus Schappo
INTÉRPRETE  Murilo Sousa
CORES  Azul e Branco
FUNDAÇÃO 14/03/2003
CIDADE-SEDE Salvador-BA
SÍMBOLO Colibri
FACEBOOK Link

Nascida em berço esplêndido! A Colibris surgiu em março de 2003, comemorando o sétimo título de sua madrinha, a Beija-Flor de Nilópolis. Azul e branco triunfal e sem igual, foi a máxima representante da escola de Nilópolis na LIESV. Com fundação em João Pessoa (antiga sede), já foi sediada em Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Agora em São Gonçalo comprova cada vez mais que ela tem a cara do Brasil e como o povo brasileiro é uma escola guerreira que não desiste nunca.

Em seu primeiro carnaval exaltou uma guerreira - Clara Nunes e Colibris uniram-se em uma única imagem, cantaram e choraram a saudade de um encontro que não veremos mais. O samba é considerado o primeiro grande clássico da LIESV, apesar da escola ter sido apenas a quarta colocada na apuração.

A escola sempre teve como característica apostar em desfiles fortemente ligados à cultura brasileira, chegando ao vice-campeonato em 2005, com "Casa Grande e Senzala". Após o carnaval de 2006, acabou descumprindo o regulamento da LIESV quanto ao recadastramento, sendo rebaixada.

A mudança da presidência, que passou a Guilherme Dourado, deu novo fôlego para a escola. Com o trabalho de Murilo Duarte e do intérprete Pedro Ferraz, a escola acabou sendo campeã do Grupo de Acesso de 2007. Porém, no ano seguinte, a tradicional agremiação acabou rebaixada para o Grupo de Acesso em 2009. Antes dos desfiles, assumiu um novo presidente: Théo Valter, que substituiu Guilherme Dourado. 

A mudança...

Depois do carnaval virtual 2009, a Colibris fez uma fusão com a SVS Cruzeiro do Sul, com Rodrigo Raposa passando a ocupar a vice-presidência da agremiação, que manteve o nome e adicionou "Guerreira" à nomenclatura inicial, se tornando Grêmio Recreativo Escola de Samba Virtual Guerreira (GRESVG) Colibris.

Em 2010, a escola superou as dificuldades e, com um belíssimo desfile, foi a campeã do Grupo de Acesso, voltando para a elite do carnaval virtual. Após a apresentação, Théo Valter entregou o comando da Colibris para Rodrigo Raposa que, em março de 2011, o repassou a Gustavo Martins. Desde 2012, Murilo Sousa é o presidente da escola, que em 2013 retirou o Guerreira do nome. Em 2015, retornou ao Grupo Especial depois de dois anos no acesso.

Ela é a única, inimitável! Ela é puro samba! O samba é do povo! E é ao povo que a Colibris dedica seus Carnavais!

Ano

Enredo

Colocação

2018 Êxodo - A Travessia da Libertação -º (Especial)
2017 Pernambuco, Leão Coroado e Patriota - 200 Anos de Revolução 7º (Especial)
2016 E no ABC do Santeiro, o que diz a Colibris? 5º (Especial)
2015 Dos mitos da criação à criação dos mitos 11º (Especial)
2014
Toca Raul... no Samba

2º (Acesso)
2013
Samba-Enredo

9º (Acesso)
2012
Capitães da Areia

15º (Único)
2011 Por Gentileza... 6º (Especial)
2010
Atos do Brasil

1º (Acesso)
2009 O Mundo ao Toque do Botão

7º (Acesso)

2008 Um Samba Português, um Fado Tropical... Ainda Vai Tornar-se um Imenso Portugal

11º (Especial)

2007 Romaria - Só queria mostrar meu olhar

1º (Acesso)

2006 Cyber Colibri - A Folia dos Bits

5º (Especial)

2005 Casa-Grande & Senzala

2º (Especial)

2004 O Brasil na voz do Povo

6º (Especial)

2003 Sob a claridade de uma guerreira, um Brasil mestiço - Santuário de Fé

4º (Especial)


SINOPSE ENREDO 2018

Êxodo - A Travessia da Libertação



FICHA TÉCNICA – COLIBRIS 2018
Presidente e Intérprete: Murilo Sousa
Carnavalescos: Junior Cigano
Diretor de Carnaval: Mateus Schappo
Enredista e Autor da sinopse: Marco Maciel

Sinopse:

A Colibris vai abrir seu mar. A pista será o mar por onde a ilusão passará. E o décimo primeiro mandamento será sambar. Declarar o amor pelo samba.

Em tempos de tanta intolerância, nada como relembrar a sagrada história em que nossa divindade maior rege um guerreiro a libertar um povo oprimido.

Povo escolhido pelo próprio Senhor, que promete uma terra para que uma nova nação seja construída. A mesma que será o berço do Messias.

Uma dinastia israelita é moldada. Abraão, Isaac, Jacó e José, todos de gerações diferentes, são os patriarcas que fortalecem a aliança divina.

José é enviado para o Egito, onde os hebreus prosperam e se espalham, para a ira do faraó, que os escraviza por quatro séculos. 

Os suntuosos egípcios governados por Ramsés cultuam inúmeros deuses, sendo o maior deles Rá, o deus-sol, provedor da vida.

Os israelitas que tanto padecem não se esmorecem. Multiplicam-se, causando temor ao impiedoso faraó.

O povo do inescrupuloso Ramsés tende a ficar em desvantagem numérica numa possível guerra. Daí a opressão se eleva.

O faraó cruel ordena que os bebês hebreus nascidos com o sexo masculino sejam afogados no Nilo.

Uma mãe hebreia dá luz a um menino, que primeiramente é escondido. Três meses depois, ela coloca a criança num cesto e o esconde nos juncos do rio africano. 

A filha do faraó Ramsés avista o cesto e, convicta que o bebê é israelita, adota o menino, permitindo que a mãe biológica o amamente.

Ele recebe o nome de Moisés.

O menino cresce no templo egípcio, sendo treinado para servir ao exército do maior inimigo de seus descendentes.

Já adulto, é obrigado a fugir após se enfurecer e assassinar um feitor de escravos, no momento em que este espancava um hebreu.

Moisés se torna pastor de ovelhas no deserto e se casa.

Ao levar seu rebanho à montanha de Deus, avista um arbusto em chamas. O fogo é representado pela figura divina.

Ali, Moisés é comunicado pelo Senhor que será enviado de volta ao Egito a fim de libertar seus conterrâneos.

Junto com seu irmão e porta-voz Aarão, a liberdade é pedida e negada por Ramsés.

O Senhor pede que Moisés aponte seu cajado em direção ao Nilo. O rio muda de cor e o sangue toma o lugar das águas.

É a primeira das muitas pragas que assolarão o Egito.

Rãs, insetos, pestes e gafanhotos infestam a imponente nação de Ramsés, que ainda assim reluta em libertar os hebreus.

A principal divindade egípcia, o deus-sol Rá, é apagada por Moisés por três dias a mando do Senhor. Enquanto isso, os israelitas convivem normalmente com a luz do dia.

Os deuses adorados pelos egípcios sucumbem diante do poder divino. Muitos desses têm a forma de animais.

Pois Ele sacrifica a vida dos primogênitos do Egito, de todas as espécies. Enquanto os filhos mais velhos dos hebreus são poupados.

Arrasado com a perda de seu primogênito, o faraó finalmente aceita libertar os descendentes de Moisés.

Cerca de 430 anos depois da chegada dos hebreus ao Egito, o povo sofrido parte rumo à Canaã, a Terra Prometida, em direção ao Mar Vermelho.

A chama do ódio toma por completo o tirano Ramsés, que se arrepende da decisão tomada e manda seu exército capturar os israelitas.

Quando os egípcios os alcançam, o Senhor pede a Moisés que levante seu cajado e o estenda sobre o mar, para que os hebreus o atravessem em solo seco.

O mar se abre. As águas se dividem. Os israelitas realizam a travessia em meio às duas muralhas d’água.

Terminada a passagem, Moisés faz as águas baixarem. O mar se fecha e liquida com o feroz exército do faraó Ramsés.

Os hebreus prosseguem com sua jornada, se alimentando de manás provenientes do céu e água jorrada das pedras. Obras de Moisés guiadas pelo Senhor.

Os israelitas acampam próximos da montanha de Deus, que ordena a Moisés que suba ao cume do Monte Sinai.

O Senhor anuncia os Dez Mandamentos, a lei da aliança a fim de estabelecer a ordem em Israel.

Inscrita em duas tábuas de pedra, a Constituição da nova nação define Deus como o rei e os demais vassalos.

Moisés passa quarenta dias e quarenta noites no alto da montanha, e os hebreus acampados, ainda descrentes do poder divino apesar de tudo, não acreditam no seu retorno.

Então convencem Aarão a moldar um novo Deus, na forma de um bezerro de ouro, colocado num altar e saudado com muita festa e orgia.

Ao regressar do Sinai, Moisés, revoltado com a desobediência de seu povo a ele e ao Senhor, num gesto de ira quebra as tábuas de pedra com os Dez Mandamentos.

Depois, retorna ao alto da montanha para pegar novas tábuas a serem guardadas na arca da aliança abrigada no Tabernáculo, santuário construído pelos israelitas.

Moisés morre aos 120 anos de idade, não sem antes contemplar a Terra Prometida, ainda que não tenha pisado nela e sendo enterrado pelo próprio Senhor.

Nunca duvide de sua fé e nem do poder divino.

Deus estará sempre olhando por nós.

Mais montanhas e mares podem ser movidos.

É só acreditar.

Pelo fim da intolerância.

Pela cultura popular.

Pelo samba.

Pela vida.

O bem sempre vencerá o mal.


Leia a sinopse de 2017 da Colibris

Leia a sinopse de 2016 da Colibris

Leia a sinopse de 2015 da Colibris

Leia a sinopse de 2014 da Colibris

Leia a sinopse de 2013 da Colibris

Leia a sinopse de 2012 da Colibris

Leia a sinopse de 2011 da Colibris

Leia a sinopse de 2010 da Colibris

Leia a sinopse de 2009 da Colibris