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UNIDOS DE BANGU
HISTÓRICO Quarta escola mais antiga
do Carnaval, atrás apenas de Mangueira, Portela e Unidos da
Tijuca, a Unidos de Bangu foi fundada em 1937 por um grupo de
operários da hoje extinta Fábrica Bangu. Suas primeiras
cores foram o azul e o branco. A agremiação mudaria para
vermelho e branco em 1966, em homenagem ao clube de futebol do bairro,
o Bangu Atlético Clube, que conquistou naquele ano seu segundo
campeonato carioca. Foi a primeira escola a ter uma quadra coberta no
país.
Desfilou quatro vezes entre as grandes, nos anos de 1958, 59, 60 e 63. Possui dois títulos do Grupo 2, conquistados em 1957 e 1962. Na primeira metade da década de 80, figurou no Grupo A (na época, 1-B), tendo como nome mais popular o intérprete Sobrinho, além do presidente Wanderley Portugal. Porém, uma série de más administrações fizeram com que a escola enrolasse a bandeira em 1997. 15 anos depois, um grupo de jovens do bairro de Bangu reergueram a escola, que voltou a desfilar em 2013 no Grupo C, herdando a vaga da Independente de São João de Meriti. O vice-campeonato promoveu a Unidos de Bangu para o Grupo B. E em 2014, a agremiação comprovou sua ascensão meteórica. O título do Terceiro Grupo proporcionou o acesso à Série A, regressando então à Marquês de Sapucaí. Mas sua apresentação em 2015 foi repleta de problemas, com a ausência de muitas alas devido ao atraso da entrega de fantasias, e a Bangu acabou rebaixada com a penúltima colocação para o Grupo B, onde se manteve por dois anos, até conquistar um novo campeonato em 2017. Assim, a Unidos de Bangu retornou à Passarela do Samba em 2018 na Série A, conseguindo a permanência no grupo, onde se encontra desde então. 1957 - 1º do Grupo 2 . 1958 - 12º do Grupo 1 . 1959 - 8º do Grupo 1 .. 1960 - 8º do Grupo 1 . 1961 - 3º do Grupo 2 . 1962 - 1º do Grupo 2 . 1963 - 9º do Grupo 1 . 1964 - 13º do Grupo 2 . 1965 - 6º do Grupo 3 . 1966 - 5º do Grupo 3 . 1967 - 19º do Grupo 3 . 1968 - 9º do Grupo 3 . 1969 - 14º do Grupo 3 . 1970 - 7º do Grupo 3 . 1971 - 3º do Grupo 3 . 1972 - não desfilou . 1973 - 3º do Grupo 3 . 1974 - 14º do Grupo 2 . 1975 - 11º do Grupo 2 . 1976 - 16º do Grupo 2 . 1977 - 5º do Grupo 3 . 1978 - 3º do Grupo 3 . 1979 - 6º do Grupo 2-A . 1980 - 6º do Grupo 1-B . 1981 - 7º do Grupo 1-B . 1982 -
10º do Grupo 1-B . 1983 -
5º do Grupo 1-B . 1984 -
6º do Grupo 1-B . 1985 -
7º do Grupo 1-B . 1986 -
9º do Grupo 2-A . 1987 - 8º do Grupo 3 . 1988 - 6º do Grupo 3 . 1989 - 9º do Grupo 3 . 1990 - 7º do Grupo C . 1991 - 5º do Grupo C . 1992 - 4º do Grupo C . 1993 - 5º do Grupo C . 1994 - 7º do Grupo C . 1995 - 6º do Grupo 1 . 1996 - 6º do Grupo E . 1997 - 5º do Grupo E . 1998 - 5º do Grupo E . 1999 a 2012 - não desfilou . 2013 - 2º do Grupo C . 2014 - 1º do Grupo B . 2015 - 14º na Série A . 2016 - 6º da Grupo B . 2017 - 1º da Grupo B . 2018 - 12ª na Série A . 2019 - 8º na Série A . 2020 - 10ª na Série A . 2022 - 7º da Série Ouro . 2023 - 9º da Série Ouro . 2024 - 10ª na Série Ouro . 2025 - Série Ouro (hors-concours) . 2026 - 12ª na Série Ouro
1971
Enredo: O Guarani, de José de Alencar Autor(es): Ala dos Compositores Pensando em uma raça forte Almejando um Brasil gigante O romancista criou Duas personagens fascinantes O amor do índio Peri Da raça guarani Que vibrava a todo instante Pela linda moça chamada Ceci Peri, lealdade e bravura (bis) Ceci, beleza e ternura Um fato provou A coragem do valente guerreiro Quando evitou um grande mal No seu amor verdadeiro Sustentando uma enorme pedra Que lhe seria fatal Mas o destino quis Que um ato perverso Partindo do filho de Dom Antonio de Mariz Transformasse a paz em guerra Na tribo dos Aimorés E o velho conquistador Elevando o pensamento a Deus Fez explodir o paiol Terminando com todos os seus Peri, lealdade e bravura (bis) Ceci, beleza e ternura 1972
Enredo: Um dos Motivos da Independência Autor(es): Boina e Dantas
Um dia a professora me
contou 1974 Enredo:
Rio
Pé-de-Moleque Que
lembrança
boa Calçadas
feitas Ai que
saudades O Rio
era 1975
Enredo: Emília no País da Gramática Autor(es): Roberto Rodrigues e Frankiln Martins
É pura sedução
1976
Enredo: Festas e Tradições de Nossa Gente Autor(es): Marujo, Nilton Leal e Jorge Melodia
De Norte a Sul
1979
Enredo: Brasil,
batucai vossos pandeiros
Em nossa história
1980
Enredo: A Lenda de
Juparanã, a Lagoa Encantada
(Juparanã)
1981
Enredo: É hoje, a
História do Carnaval
1982 Enredo:
Você
sabe como é Oh
cigana Pular
pra lá Ô
rezadeira É
meia-noite 1983 Enredo:
Obrigado,
Brasil Vem
amor,
espalhe alegria no meu coração No
céu azul, o
sol a iluminar de norte a sul Vou
despertar o
mundo 1984
Enredo: Atrás
do Trio Elétrico
Vem povão cair na folia
Kirambô-ri-rê!
Ô ô ô Bahia
Atrás da minha escola 1985 Enredo:
É
Hoje só, Amanhã não tem Mais Ai, ai,
ai,
está chegando a hora 1986
Enredo: A
Procissão dos Navegantes
Maravilhosa e fascinante (bis) 1991 Enredo: Ginga, Palmares e liberdadeAutor(es): Dorado, Sentera e Nelson Cachorro Ginga rainha negra, linda de Angola Ginga, liberdade ou morte Vindo de terra distante Nos infernos flutuantes O negro aqui chegou Com ideal de liberdade No peito a dor, uma saudade Amargando o dissabor Vendido como escravo Pra fazenda do senhor Gerges Bantu Bantu Jagas (bis) Fulas Cambindas E outros mais Quarenta bravos indomáveis Arrebentam correntes, derrubam grades Com a semente de Ginga Rainha linda, fundam os Palmares O reino negro onde impera liberdade Liberdade, liberdade Rainha Ginga (bis) Sonho de felicidade Oh, luz infinda A semente da revolta Foi um marco na história da nação A resistência negra tão sonhada Não foi em vão Lá vem o negro De atabaque e de viola Hoje tem remandiola, minha gente É carnaval, é a festa tradicional 1992 Enredo:
Troque
a Pilha e Aumente o Volume 1993 Enredo:
Alerta, vamos sambar, aí vem a Emilinha 1994 Enredo:
Correio Nacional através dos tempos 1996 Enredo: Oh! Que saudade que eu tenhoAutor(es): Jorge Chapéu, Furú, Tuninho, Cheirinho, Edinho Marcação, Márcio Machado, Franklin e Arlindo de Melo Doces lembranças A Unidos de Bangu faz recordar Um passado tão distante De um mundo fascinante A infância vai mostrar Oh! Que saudade que eu tenho Não deixo de sonhar Voltei a ser criança, estou presente Nesse reino a delirar É teco teco, Cata-vento e pião (bis) No girar do carrossel Traz meu mundo de ilusão As pipas num bailado multicor Enfeitam o meu céu Quanto esplendor! Tem brincadeira de roda Amarelinha, pique esconde e garrafão A pracinha hoje é só recordação Ciranda, cirandinha Vamos todos cirandar Vamos dar a meia volta (bis) É carnaval, sou criança Vou brincar 1997 Enredo: Mocidade Independente, uma estrela do céu para brilhar em Padre MiguelAutor(es): China e Amauri A Unidos de Bangu vem exaltar A Mocidade e sua trajetória O verde e branco irradia Do futebol para a avenida É paixão e vida Tia Remba conduzia O pavilhão com galhardia E simplicidade Mestre André sempre dizia: "Ninguém segura a nossa Bateria" Tem batuque no pandeiro Vem que tem (bis) No gingado da mulata Da Vila Vintém É lindo comemorar Os enredos de outrora Os autores e poetas Suas grandes vitórias Descobrimento do Brasil Ziriguidum 2001 Obrigado criador, sou criatura Por estes grandes carnavais E no vira-virou Eu vi virar Chuê, chuá, as águas vão rolar A estrela brilha Reluz no céu (bis) É a musa, é a glória De Padre Miguel 2013 Enredo: Nas lembranças da infância, um carnaval de esperançaAutor(es): Thiago Meiners, Igor Vianna, Evaldo Jr., Arlindo Neto e Carlinhos Piloto Vem ver o meu tempo de menino Com os versos do poeta... Eu me inspirei A força do samba desperta O sonho que um dia eu sonhei O encanto das velhas tardes Na casa da minha avó Cheiro de infância no ar... Magia que vou recordar A rua é o meu lugar, as pipas sempre a bailar O jogo já vai começar Na escola, desafios eu vou encontrar É a hora da verdade... Vem brincar (bis) Parabéns aos grandes mestres, Hoje sou a liberdade, alegria no olhar Tem marmelada, palhaçada e gargalhada Vem do circo a magia... A fantasia A "charanga" embalando a torcida Futebol que contagia... Moça Bonita No São João, vou entrar na brincadeira Vai ter festa a noite inteira, pode acreditar Seguindo o bloco da felicidade Junto com a "Mocidade", uma estrela vai brilhar Saudade desperta o povo novamente O amor está presente no meu carnaval Meu pavilhão eu vou honrar... O sonho vai recomeçar... Chegou a hora, o meu povo vai brilhar! Voltei, amor, eu voltei Num canto maior, me faço criança (bis) Na luz da esperança, renasce a emoção Com a Unidos de Bangu no coração 2014 Enredo: Eternamente BanguAutor(es): Zé Glória, Maurinho Valle, Thiago Acácio, Dega da Viola, Junior Escafura, Lilio, Thiago Meiners, Antenor Bangu, Gabriel Sorriso, Iquinho Bombeiro, André Baiacu, Jorge Chapéu e Lucas Donato Raiou o sol Vai despertar um lindo tempo Uma paixão, um sentimento São grandes campos para lavourar E assim, o sonho do Barão se transformou Numa fazenda que a fartura abençoou E o progresso encontrou o seu lugar O imigrante chegou, trouxe a força do povo Que não foge da batalha e quer um futuro novo E no canto do trabalhador, "fabricando" emoção Pelos trilhos da esperança, segue o meu coração Da máquina à vapor, ferrovia a escoar Arquitetura inglesa, seu acervo admirar (bis) Bangu, meu amor, minha paixão É moradia do meu coração Seu progresso é retratado em harmonia Tem Shopping, que belo Calçadão! Onde há dança, arte, fé e poesia Da liberdade pra superação Tem seus fãs, do futebol a alegria Traz cultura, é carnaval, vem festejar Na Passarela do Samba ergue o nosso pavilhão Minha escola querida Brilhando, minha gente vai mostrar o seu valor Somos artistas na avenida, no carnaval do amor O samba é o sangue que corre nas veias A casa dos bambas renasce agora (bis) Eternamente, comunidade Bangu reflete a felicidade 2015 Enredo: ImperiumAutores: Serginho Aguiar, Dudu Senna, Bruno Ferraz, Miúdo da Bahia, Walace Harmonia, Diego Rodrigues, Allan Santos, Rodrigo Barbosa e Leozinho Nunes Divina luz da criação O poder do amor reluz no oriente Aurora da vida, na terra do sol nascente Honra e glória marcadas na história E do faraó ciência e sabedoria Da Pérsia a tapeçaria A caravana a nos guiar Nas índias as especiarias Tem cheiro de essência no ar Um brinde ao sultão... Pra comemorar Lutar, vencer e conquistar é a missão Na arte e na fé... Guerreiro do samba (bis) A emoção vai nos levar No mar foi preciso navegar Estrelas conduziram o destino Um novo mundo, paraíso a encontrar Maias, astecas e incas Mistérios além da razão A colônia serviu de refúgio após a invasão Vieram aclamar império do Brasil Lindo país tropical Sapucaí Imperium do Carnaval Vem ver quem chegou de vermelho e branco Avante Bangu, respeite meu manto (bis) Valente e guerreira eu vim brilhar Vem sentir meu calor, cheguei pra ficar 2016 Enredo: 60
anos de glórias. A estrela guia Bangu rumo a vitória 2017 Enredo: Onde há fumaça, há fogo! Nos caminhos de Exu, encontrei 2018 Enredo: A Travessia da Calunga Grande e a Nobreza Negra no Brasil Vai refletir, na tua pele (negra) Somos herdeiros do Alafin de Oyó O elo maior com a natureza Olhar de serpente, nobreza da raça Que quebra a corrente E não se entrega não Tem a valentia de um leão Brilhou… Nos olhos o fogo ancestral Alumiando o ritual O céu e o mar, Orum e aiyê Se unem pra te proteger Ôôôô calunga é dor É um clamor por piedade Ê maré! Que dança Ê maré! Balança o tumbeiro Velho prisioneiro da desigualdade Ôôôô calunga é dor É um clamor por piedade Ê maré! Que dança Ê maré! Balança o tumbeiro Oceano inteiro é pranto de saudade O brado de Agotime ecoava Rainha, mãe naê do agongonô Galanga virou Chico-rei Palmares é o meu ylê Tem festa no quariterê Seguindo em devoção eu vou Ao ébano altar da “ginga” Toque de cabaça enfeitiçado Eu quero ver o negro ser coroado No porão da fé ôôô Leva afefé, meu afã (pro mar) E eterniza esse canto yorubá Eabadeiaia Iaia aiê eabadeiaia eiaiá Eabadeiaia Iaia aiê eabadeiaia Bangu vai cantar!
2019
Pro amor mais antigo, o meu pavilhão Prepare o banquete da glória Vem da Zona Oeste, essa devoção Os Deuses vêm coroar Deus Sol iluminar Do alto nascia, a força da vida Por todos os cantos se espalharia Pacha Mama é mãe Do seu ventre, um novo dia Ouro do chão, terra molhada Na sagrada fé, renegada (bis) Matou fome da pobreza, foi a cura do mal Nos salões da realeza, o prato principal Parmentier, brilhou em Versalhes De rainhas e reis, navegou outros mares Tesouro à moda francesa Chegou no Brasil “real” A doçura do índio, antes de Cabral Mãos plantaram um lindo matiz As mãos que erguem meu país Da simplicidade, do cheiro de mato Na ponta da enxada o nosso retrato Lá vem meu celeiro Semeia Bangu pro mundo inteiro Vamos plantar a paz Chegou minha raiz, o caldeirão vermelho (bis) Cresceu e não se desfaz Alimenta esse povo guerreiro 2020 Enredo: Memórias de um Griô: a diáspora africana numa idade nada moderna e muito menos contemporânea Autores:Orlando
Ambrósio, Richard Valença, Domenil Santos, Marcio de
Deus, Renan Diniz, Dudu Senna, Lico Monteiro, Lucas Donato, Denilson do
Rozário, Diego Nicolau, Telmo Motta e JB Oliveira
Ahh... Saudade ressoou o meu tambor Num lastro de terra consagrado na memória Ô, ô, eu sou um griô Viaja o tempo nos rumores da história Nesse chão debrucei toda força de um rei Um ébano elo com a natureza Mas a traição me tornou o alvo Escravo de quem era minha certeza Mar me leva, dor no mar Sou o par da angústia Tanto irmão à minha volta (bis) Na revolta da maré Nego tem que ter fé... Ê... Nego tem que ter fé Sou eu, a mão que assina a própria sorte Resistindo a natural pena de morte Um dia fui retrato da tristeza Hoje realeza livre do açoite No samba fiz morada Refúgio feiticeiro, a tez da noite Na desfaçatez da madrugada Guerreiro, ogã ou rainha Juiz, defensor, dessa gente Na luta a vitória é minha Nos braços não pesam correntes Ie ie ê alafiá Ie ie ê alafiá (bis) Meu sangue é a retinta majestade Eu sou Bangu, o Ilê da liberdade 2022 Enredo: Deu Castor na Cabeça Autores:
Dudu Senna, Richard Valença, Renan Diniz, Deodonio Neto,
JotaPê, Marquinho BF, Denis Lanza, Kaoma Monteiro, Lepiane,
Luizinho das Camisas e Carlitos Bahiano
Voltei... Botando banca na avenida Matando a saudade Jamais pensei... Que essa utopia poderia ser realidade De terno no jogo da sorte Nos trilhos da história, a voz sem pudor Um homem pra sempre lembrado por ser benfeitor ôôôô Doutor, na escola da vida, aluno exemplar Lutei pro nosso bairro prosperar E conquistar o que merece Nesse sonho apostei Em minha gente eu acredito Fui aclamado rei, comigo vale o que está escrito Rolou a bola em Moça Bonita, é show A galera se agita, é gol! É gol de placa! (bis) Sou banguense, pra sempre um caso de amor Mascote no peito, vencedor No velho palco da ilusão Fui mais um súdito na corte da folia Deixei meus passos nesse chão Fiz brilhar mais forte a Estrela-Guia E "Cá Estou" sem nunca esquecer a identidade Vira Virou, revivendo a minha "Mocidade" O samba me "liga" ao passado Legado de força imortal Voltei! Eternizado no altar do Carnaval O meu palpite é forte, o mundo já sabe Respeite meu nome: Castor de Andrade! (bis) Minha palavra é lei, nunca se esqueça Vai dar Bangu na cabeça! 2023 Enredo: Aganju - A visão do fogo, a voz do trovão no Reino de Oyó Autores:
Júnior Fionda, Tem-Tem Jr, Marcelo Adnet, Marcelinho Santos,
Orlando Ambrósio, Domingos PS, Dudu Senna, Fábio Turko e
Diego Nogueira
Babá Alapala Obá Sou Bangu, Menino Aganju, saravá Babá Alapala Obá Labareda que ninguém pode apagar O quinto Alafim de Oyó Recebe a força dos trovões O dom de equilibrar o mundo Olofin te faz guerreiro Sentinela dos vulcões Agô… neto de oraniã Filho de acajá Justiceiro orixá Quem cospe fogo contra a voz da opressão Faz queimar intolerância Apagar a escravidão Amalá te ofereço No dende e ajapá Iyá basé bota tempero Na gamela o acaçá Alujá chamou na terra Inimigo debandou Quem quer paz não faz a guerra (bis) Não atiça o meu Xangô Aos ibejis frutas e cocadas Guaranás e bananadas Fundamento e louvação No mês de junho Vejo as praças enfeitadas Os balões e as bandeiras De São Pedro e São João São Jerônimo meu pai Salve São Judas Tadeu Sincretiza a fé do preto Que um dia se escondeu Hoje livre no terreiro Alumia de ajerê O axé do macumbeiro No Machado do poder Ê... Kabecilè caô A maldade vira cinza (bis) Na fogueira de Xangô 2024 Enredo: Jorge da Capadócia Autores:
Tem-Tem Jr, Dudu Senna, Marcelinho Santos, Jefferson Oliveira, Rafael
Ribeiro, Ronie Oliveira, Cândido Bigarin, Binho Percussão
VR, Jorginho Via 13, Juca, Renan Diniz e Denis Moares
É Jorge que ronda o meu destino Respeitado Paladino A lutar pelos cristãos Na frente de batalha fez a lida Sua crença destemida Em Capadócia foi missão Morreu por Deus, por todos nós Tornou-se herói e padroeiro No mundo inteiro é venerado Martirizado, meu cavaleiro Quem me olha lá da lua: é meu pai Quem me guia pela rua: guardião Em meu peito, no pingente (bis) Sou mais um no contingente Dessa tua legião Baixou…feito Oxóssi na Bahia Correu gira, foi magia Contra a força da corrente Na terra onde reina o adarrum De Oxalá é sentinela De Olorum é combatente É luz de alvorada todo 23 de abril Tem cerveja e feijoada, nos terreiros do Brasil É espada pela lei... Mariô da rebeldia... Dos filhos que lutam pelo pão de cada dia Vestido e armado, vai seu povo em procissão Pra vencer suas demandas! Pra matar mais um dragão! À nossa gente tua força pela fé Aos inimigos entrego o meu axé Ô ô sin molè Ogum (bis) Salve Jorge Guerreiro Senhor do meu caminhar Vou de corpo fechado Pra vitória alcançar (bis) Salve meu Santo Guerreiro Ergue seu batalhão... No terreiro ou no altar Bangu é religião 2025 Enredo: Maraka' Anandê: Resistência Ancestral Autores:
Junior Fionda, Romeu D'Malandro, Jonas Marques, Junior Falcão
Fábio Bueno, Juca, JV Albuquerque, Gulle, Edu Casa Leme,
Jorginho Via 13 e Marcelinho Santos
Ancestral tupinambá! Um guerreiro anti servil Sou a taba de lutar pela Aldeia do Brasil (bis) Pela honra desse chão! Por um novo amanhã Originária Bangú, Marakanã Vibra! Quando maraca brada jabebiracica É o passado e o futuro feito espelho Corpo Vermelho tinge o branco da história Sombrio! De senhorio me fizeram despejado A cruz na vela me tornou escravizado Na avidez de tomar tudo o que é meu Quem é teu Deus? que me deixou sangrar à terra do cocar Em nome dele quase me exterminar Sem piedade ou perdão É marco do tempo que há tempos Escrito com sangue nas mãos Enfeitam o conto da constituição Teu garimpo envenena O teu fogo me consome (bis) Mais um dia teus herdeiros Passarão a minha fome Auê! Auê! sou coragem que não tarda Contra o capitão do mato que hoje em dia veste farda Aue aueee... Sou a arte em voz sedenta A raiz que dá a cura, a cultura que Sustenta Sobreviver é bem mais que sonhar É o dom de ministrar o pertencer Um tributo a Darcy! Marechal do resistir O amor a reerguer A esperança é devolver o que nos resta Pois a solução do mundo, vem do povo da floresta 2026 Enredo: As coisas que mamãe me ensinou Autores:
Dudu Nobre, Junior Fionda, Grupo Vou pro Sereno, Marcelinho Santos,
Binho Teixeira, Laura Roméro, Júnior Falcão,
André Baiacu, Geraldo M. Felicio, Valtinho Botafogo, Gilsinho da
Vila, Fábio Bueno, JV Albuquerque, Jonas Marques e Juca
Porteira aberta ao chão de Madureira A bênção que nos deu Papai do Céu Acordes da menina pioneira Caminho de Exu, Vila Isabel Retinta poesia em humildade Necessidade de aprender e conquistar Ainda mais nesse Brasil que se segrega Eis que ela congrega o preto em seu lugar Nem todo choro é pranto Nem todo não é o fim Um encanto na vitrola Do chorinho ao bandolim (bis) Liderança foi escola Um alerta de amor São coisas que mamãe te ensinou Dos atabaques, percussão foi a magia Se nos chamam minoria Poesia militante É nesse instante que a mulher assume a rédea Faz da história enciclopédia Faz do voto seu levante Vi a paixão regar a árvore frondosa Num palácio verde e rosa Florescer e inspirar Pra resistir feito Ciata e Dandara Nossa gente odara vem te saravá Chama o Morro do Pau da Bandeira Traz cavaco, pandeiro e tantan Se a preta é rainha, é lá de Mangueira Tem samba até de manhã Ogunhê, meu pai Ogum Eparrei, Oyá Bato cabeça pra saudar teus Orixás Por um mundo mais igual (bis) Firma na palma da mão Axé Bangu Axé Leci Brandão | ||||||||