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VILA ISABEL - 2027 Enredo: Torto Arado – Sobre a terra há de viver sempre o mais forteCompositores: Ricardo Mendonça, Jarbas Bittencourt, Diego Nicolau, Diego Jorge, Aldir Senna, Antônio Pontes e Gigi da Estiva Samba-enredo concorrente A Vila vem contar E a Santa quem vai dizer Uma história de emocionar Samba vai virar Jarê Samba vai virar Jarê Samba vai virar Jarê Eu vi na Chapada Diamantina Onde a ilusão é sina e o solo traiçoeiro Cobiça que não cicatriza a mão Marca a alma e o coração É a vida do garimpeiro O que reluzia já não tem valor O maior tesouro é a terra Essa mesma terra onde Donana semeou Nascem duas rosas, fruto do amor Quando o verbo cala Fala o olhar Como o rio abraça o mar Zeca acende a vela Risca a pemba no congá O ritual vai começar Eparrei Oyá, ora iê iê, mamãe Oxum Na gira, Cosme e Damião chamou Doum Andei na mata de Odé, pedi a cura, Atotô Traz a justiça em seu oxé, Obá Xangô Axé Velho Nagô pra Sete-Serra incorporar E ver a dança de Ogum e Iemanjá Sou pescadeira nesse mar de Vera Cruz Um saravá, epa Babá, amém Jesus Quanta injustiça, meu Deus! No encanto de Severo O rio sangrou Eu me desfiz em chuva Pra só mais uma vez molhar tua boca E galopar teu corpo Filhos do torto arado Aqui estamos nós, o Morro dos Macacos Ergam as enxadas, vamos à luta E cantem bem alto a quem não nos escuta Bravos quilombolas de Noel Joia da coroa da vila Isabel Quem ama a terra é quem tem que colher (bis) Quem ama a terra é quem tem que morar Abre a sala de Angolá, olha a Vila, lelê (bis) Abre a sala de Angolá, olha a Vila, lelecó | ||