Sinopse Rainha 2009
SINOPSE
ENREDO 2009

Poiésis
Autor
Rodrigo Dula
Apresentação
Em seu desfile de 2009, o Grêmio Recreativo Escola de Samba
Virtual Rainha Negra conta a história da poesia através da
relação entre o ser humano e essa sublime arte. Mostrando os
elementos metafóricos, os temas, as sensações e as imagens
mais recorrentes que deram origem aos principais estilos e
movimentos literários e poéticos que influenciaram os poetas e
seus versos ao longo da história.
Para isso, dá voz
ao seu principal personagem e poeta: o próprio folião - ele,
que se veste de poesia a cada carnaval, para ser, ele próprio, a
poesia que tanto nos encanta em cada desfile... Para que ele nos
conte poeticamente a história dessa arte fascinante que,
através dos tempos, inundou de beleza a alma do humano.
Sinopse
Vem minha Rainha!
Que o chão eu já cobri de poesia... Só pra te fazer
encantar... Vem minha Rainha! Que hoje é o seu dia... Num lindo
poema, sua coroa vai brilhar...
O que meu ancestral
um dia riscou na pedra, hoje eu risco na passarela... Histórias,
mitos, "poiésis"... Em pergaminhos e livros, as
expressões que o humano sentiu, filosofou e declamou... Então,
deixa um trovador cantar... Deixa esse canto de fé se espalhar
no ar... Deixa o sol clarear... Que a luz vai renascer dessa
magia. E se a lua fizer sonhar... Deixa quem quiser rimar! Pra
fazer dos meus versos paixão, sedução e magia.
Eu confesso, não
posso negar: Sou romântico... O Amor é meu ideal. Oh! Minha
amada Musa! Minha Rainha! Receba estes versos que eu teci para te
conquistar...
Cantando na mata
fiz minha identidade, minha brasilidade. Nesse mundo de belezas
naturais, biológicas, tão reais... Quero a perfeição um dia
encontrar. Parnasiana-Flor! Faço e refaço símbolos pra cantar:
a vida, esse sonho... E, num tom moderno, quero fazer da
liberdade de criar uma lição. E até em um mundo virtual,
semear amor e paz...
No carnaval, sou o
poeta que se transforma em lindos versos... Pra exaltar quem faz
do samba obra-prima. Sou folião, na fantasia trago arte e
inspiração. Solto minha melodia no ar e risco minha rima nesse
chão. Entre confetes e serpentinas... Eu sou a poesia!