PRINCIPAL    EQUIPE    LIVRO DE VISITAS    LINKS    ARQUIVO DE ATUALIZAÇÕES    ARQUIVO DE COLUNAS    CONTATO

MARINHO DA MUDA

MARINHO DA MUDA

       

        

        Nome Completo: Mário Pereira

 

        Ano de nascimento: 1928

 

        Ano de falecimento: 1987

 

      Foto enviada por Gláucia Cavalcante

   
         Marinho da Muda foi um dos mais importantes sambistas do carnaval carioca. Cantor e compositor, foi um dos fundadores do Grêmio Recreativo e Escola de Samba Educativa Império da Tijuca. Foi o maior vencedor de samba-enredo da história da agremiação da verde e branco do Morro da Formiga, sempre obtendo êxito na avenida.

          Sua primeira música gravada apareceu num disco do conjunto Os Originais do Samba, em 1970, “Uma praça e você”. Marinho da Muda participou de vários programas de rádio e televisão do Rio de Janeiro (TV Educativa), São Paulo (TV Cultura) e Recife. Em 1973, fez sucesso com o samba de carnaval “Ninguém tasca”, em parceria com João Quadrado. No ano de 1978, a cantora Sabrina, no LP “Eu sou eu”, pela gravadora CBS, interpretou de sua autoria “Pé de galinha não machuca pinto”, em parceria com Heraldo Faria. Suas músicas foram interpretadas por vários cantores, destacando-se Clara Nunes.

Seu maior sucesso no carnaval ocorreu em 1971, com o samba “O misticismo da África ao Brasil”, que rendeu muita popularidade à Império da Tijuca e um 8º lugar que garantiu a permanência da escola no Grupo Especial. Mulato magro e com um bigodinho fino, Marinho da Muda tinha uma voz frágil e rouca. Não era exatamente um intérprete, mas um sambista que cantava seus sambas na quadra e levava à avenida. O cantor faleceu em 27 de fevereiro de 1987, no exato dia em que a Império da Tijuca apresentou o tema “Viva o povo brasileiro”, desfilando com um samba de sua autoria.

 
Início: foi um dos fundadores da Império da Tijuca em 1940

GRITO DE GUERRA: não tinha

CACOS CARACTERÍSTICOS: não tinha

SAMBAS DE SUA AUTORIA:Constituição de uma raça” (1956); “Homenagem aos Bombeiros”, (1959, com Henrique Cândido e João Galvão); “Esplendor do Rio de Janeiro Imperial” (1964, com João Galvão e Nélson Fonseca; “Reino encantado de Vicente Guimarães”, (1967, com Jorge Melodia); “Exaltação a Cândido Portinari” (1968, com Ailton Furtado); “O negro na civilização brasileira” (1969); “Segredos e encantos da Bahia” (1970, com João Galvão); “Misticismo da África ao Brasil” (1971, com João Galvão e Wilmar Costa); “Guerreiros das Alagoas” (1976, com Tiãozinho); “As três mulheres do rei” (1979, com Jotesse e Luizinho); “De sacristão a Barão do Ouro” (1980, com Cajá); “Tijuca, cantos, recantos e encantos” (Império da Tijuca/86, com Pedrinho da Flor, Baster e Belandi); “Viva o povo brasileiro” (Império da Tijuca/87, com Pedrinho da Flor, Baster, Belandi e João Quadrado).

SUCESSOS:Deixei a boêmia”; “Ninguém tasca”; “Pé de galinha não machuca pinto”; “Uma praça e você”; “Misticismo da África ao Brasil”; “O avião”.  

Voltar à seção Intérpretes