FALCÕES DA SERRA
FALCÕES DA SERRA

| PRESIDENTE |
Murilo
Duarte |
| CARNAVALESCO |
Luiz
Eduardo Tannus |
| INTÉRPRETE |
Fábio
Fernandes |
| CORES |
Verde e
Branco |
| FUNDAÇÃO |
03/04/2007 |
Fundada pelo carnavalesco Murilo Duarte, a
Falcões da Serra é sinônimo de Paraíba, sua cidade-sede, no
Carnaval Virtual. A escola foi a terceira colocada do Grupo de
Avaliação da CAESV, em 2007, conquistando, assim, o direito de
participar do desfile das grandes potências da LIESV.
Para este novo desafio, a escola vem com muita
gana e com o carisma de seus componentes, alguns deles veteranos
da liga. "Queremos conquistar os corações virtuais com
simpatia e descontração, sem nos distanciarmos do cunho
sócio-cultural que o carnaval carrega! Sejam bem vindos à nossa
festa!"
|
Ano
|
Enredo
|
Colocação
|
| 2010 |
Louvação ao Sono Eterno |
- |
| 2009 |
O
Berço da Humanidade. Mali, a Utopia Africana |
6º (Especial)
|
| 2008 |
Hevea
brasiliensis - A Seiva da Ilusão |
2º (Acesso)
|
| 2007 |
Enredo
não informado |
3º (CAESV)
|
SINOPSE
ENREDO 2010
Louvação ao Sono Eterno
Autor
Luiz Eduardo Tannus
Sinopse
Transcender.
Acabar.
Reencarnar.
O que é morrer pra você? É dormir
a vida inteira, preso a um corpo que se desmancha debaixo da terra?
É trocar
de corpo?
Aliás, você acredita nesta hipótese de trocar de corpo?
Nós da
Falcões da Serra não sabemos ao certo, pelo menos até o final do nosso desfile.
Nem vamos morrer pra saber.
Dizem aqueles sujeitos que estudam uma tal de
Biologia que o corpo falece quando as células dos mais diversos órgãos, do
cérebro ou do coração (não necessariamente nesta mesma ordem), encerram suas
atividades entrando em consequente estado de decomposição.
A morte usa
diversas ferramentas. Ah! Pensava que só existia a tal da foice, não era?
No
no! Armas de fogo, armas brancas, venenos, guilhotinas
... virus,
bactérias... quer mais?
As sociedades antigas se dividiam quanto ao
benefício ou o malefício de morrer. Alguns morriam de medo de chegar num outro
lado (sabe-se lá onde) sem nada, e faziam questão de levar fortunas em seus
sarcófagos. Outros jogavam os bebês defeituosos do desfiladeiro como forma de
livrá-los de uma vida desafortundada.
Apesar de Cristo ter vindo pregar aos
seus que a morte os levaria à terra santa de Jerusalém, os cardeais da idade
média faziam questão de assombrar a todos, de dizer que quem não comprasse o seu
terreno ia queimar no inferno, que pra outros é feito de mármore
ardente.
Em compensação,
outros fazem questão de entregar sua vida
por motivos ora justos.
O suicídio para muitos povos é maneira nobre de se
despedir da terra. Morrer por amor, seja à nação, à religião, para reparar um
erro... Se você acha que morrer é ruim, respeite a opinião dos
outros.
Interessante é pensar que a morte de outrem pode dar vida a
alguém. O coração que pulsa no agora no seu peito, a córnea que te ajuda a ler
esta sinopse, ou o pulmão que seu corpo usa ao respirar, pode um dia ser a nova
luz de alguém que precise. É só você querer.
Esses povos, de tantas opiniões diversas, contudo, compartilham
de uma opinião comum: enquanto há vida, que seja ela seja uma vida feliz, sem
percalços.
E por isto o Falcões da Serra vem brincar de morrer de
felicidade, sem medo de caixões, crematórios ou qualquer outra zica. Descansar
em paz? Só depois da quarta de cinzas!
Murilo Duarte e Dudu
Tannus
GRESV Falcões da Serra
OBSERVAÇÕES
- O Falcões da
Serra prefere um samba abstrato, que não cite quaisquer sociedades de forma
direta. Contudo, esta exclusão não é imperativa. Acaso você ache necessário,
cite-as com moderação.
- O enredo não é um cortejo fúnebre, mas também
não é jocoso. O compositor deve saber utilizar uma dosagem de graça e de
respeito à temática.
- Estará automaticamente eliminado o samba que
conter os termos "carnaval virtual" e "João Jorge 30".
- Enviem sambas para letr_88@hotmail.com
Agradecemos desde
já.
Leia a sinopse de 2009 da Falcões da Serra