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A Evolução dos Desfiles - Década de 00

A Evolução dos Desfiles

Década de 00

2001: A Imperatriz é a primeira tricampeã da era Sambódromo e do novo século. Seu campeonato foi contestado novamente pelos componentes das outras escolas, já que novamente a escola teve algumas falhas em seu desfile que não foram punidas pelos jurados, pois teve 10 de todos eles. A Tradição homenageia Sílvio Santos. Ele desfila no primeiro carro da escola e é ovacionado. União da Ilha cai para o Grupo de Acesso.

2002: A Estação Primeira de Mangueira consegue tirar o tetracampeonato da Imperatriz falando sobre o Nordeste. Num carnaval bastante equilibrado, a Mangueira vence por um diferencial: a emoção.

2003: Morre D. Zica, baluarte da Mangueira e viúva de Cartola. A Beija-Flor, após quatro vices consecutivos pela diferença mínima, quebra um jejum de vinte anos e conquista sozinha o título do carnaval. A escola não ganhava desde 1998, quando dividiu o título com a Mangueira.

2004: O Sambódromo completa 20 anos. A grande novidade é a autorização da LIESA para a reedição de enredos e sambas antigos. Quatro escolas aderem à nova medida. A Império Serrano apresentou "Aquarela Brasileira", enredo com o qual a escola desfilou em 1964. A Portela mostrou "Lendas e Mistérios da Amazônia", exatamente o enredo que deu o último título à escola, em 1970 (a escola dividiria os títulos de 1980 e 1984). Já a Tradição levou para a Sapucaí o enredo apresentado pela Portela em 1984, "Contos de Areia", e a Viradouro cantou "A Festa do Círio de Nazaré", que a Unidos de São Carlos entoou em 1975. Mas o título acabou mais uma vez com a Beija-Flor, que levou o bi. A idéia das reedições agradou e mais escolas deverão relembrar enredos antigos no carnaval de 2005. A Unidos da Tijuca mostrou um carnaval inovador, repleto de coreografias, e surpreendeu levando o vice-campeonato. Já a tradicional Estácio, campeã do Especial em 1992, cai para o Grupo B (Terceiro Grupo). Em agosto, o intérprete da Caprichosos de Pilares, Jackson Martins, é brutalmente assassinado na Ponte Rio-Niterói.

2005: A Beija-Flor conquista seu segundo tricampeonato. O primeiro havia ocorrido no triênio 1976-77-78, ainda com Joãosinho Trinta (que devido a um grave problema de saúde, se ausentou do desfile deste ano. Era o responsável pelo carnaval da Vila Isabel). A Unidos da Tijuca, com mais um belo desfile comandado pelo jovem e competente carnavalesco Paulo Barros, repete o vice de 2004, ficando dessa vez a apenas um décimo da Beija-Flor. Por outro lado, a Portela realiza o pior desfile de sua história e quase é rebaixada. Seu tradicional abre-alas evidenciou uma águia sem asas e a Velha Guarda, que sairia atrás do último carro, foi impedida de desfilar, já que a alegoria acabou impossibilitada de cruzar a avenida. A Porto da Pedra foi a única escola do Grupo Especial a reeditar um enredo antigo: relembrou "Festa Profana", da União da Ilha de 1989. Em compensação, no Grupo B ocorreram quatro reedições: a Estácio com "Arte Negra na Legendária Bahia" (1976), o Arranco com "Quem Vai Querer?" (1989), a Unidos da Ponte com "E Eles Verão a Deus" (1983) e a Unidos de Lucas com "Mar Baiano em Noite de Gala" (1976). A Estácio e o Arranco obtiveram êxito, subindo para o Grupo A. Em julho, falece o legendário intérprete Carlinhos de Pilares, cuja fama foi construída na Caprichosos.

2006: A LIESA define um enxugamento no Grupo Especial. A partir desse ano, duas escolas passam a cair, com apenas uma subindo do Acesso. Para 2007, a mesma fórmula será mantida, para que, a partir de 2008, o Primeiro Grupo passe a contar com 12 escolas. Segundo o presidente da Liga, Ailton Guimarães Jorge, a medida servirá para que o espetáculo se torne menos cansativo. Dias antes do carnaval, em fevereiro, a Cidade do Samba é inaugurada. Além de abrigar os barracões das escolas do Grupo Especial, o estabelecimento será voltado para o turismo, além de abrigar variados eventos, como shows. No desfile, a Vila Isabel comemora o título do Grupo Especial depois de 18 anos de jejum. A escola termina a apuração empatada com a Grande Rio, mas consegue a vantagem de um décimo no quesito-desempate, o samba-enredo. Além disso, a escola de Duque de Caxias acabou estourando o tempo de seu desfile em um minuto, o que a penalizou em dois décimos antes do início da apuração. Se não fosse esse desconto, a Grande Rio conquistaria seu primeiro título. Com o novo regulamento, Caprichosos e Rocinha são rebaixadas. Em contrapartida, depois de dez anos, a Estácio de Sá retorna ao Grupo Especial após conquistar o título do Grupo A com a reedição de seu tema de 1984, "Quem é Você?". Já a Tradição reedita "Bahia de Todos os Deuses", enredo do Salgueiro de 1969. No Grupo B, seis das doze escolas reeditam enredos antigos. A Império da Tijuca sagra-se campeã do Terceiro Grupo com seu tema de 1986 "Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos". Também reeditaram Inocentes de Belford Roxo (A Lenda das Sereias - Império Serrano 1976), Unidos de Lucas (Lua Viajante - 1982), Difícil é o Nome (Olubajé - 1994), Boi da Ilha (O Amanhã - União da Ilha 1978) e Unidos da Ponte (Da Cor do Pecado - 1992). A Ponte, aliás, faz um carnaval dramático: a escola não entrega a tempo as fantasias aos componentes e acaba desfilando com pouquíssimas alas e alegorias, o que acarreta seu rebaixamento para o Quarto Grupo. A Em Cima da Hora também reedita um enredo próprio, "A Festa dos Deuses Afro-Brasileiros" de 1974, e se torna campeã do Grupo D.

2007: No ano em que os desfiles do Grupo Especial contam com 13 escolas, a Beija-Flor recupera o título perdido no ano anterior, obtendo uma vantagem de 1,4 ponto com relação à segunda colocada, a Grande Rio. Um dos fatos mais marcantes do carnaval foi a expulsão da cantora Beth Carvalho de um carro alegórico da Mangueira durante o desfile da verde-e-rosa, terceira colocada. Na Viradouro, o carnavalesco Paulo Barros e o mestre de bateria Ciça inovam ao colocar a bateria da agremiação niteroiense dentro de uma alegoria, de onde saiu mais tarde direto para o segundo recuo. Império Serrano e Estácio de Sá (que reeditou seu tema de 1987, "O Tititi do Sapoti") são rebaixadas para o Grupo A, vencido pela São Clemente, de volta ao Grupo Especial depois de três anos. A Tradição, que até 2005 desfilava entre as grandes, cai para o Grupo B, apesar da reedição de seu enredo de 1994 "Passarinho, Passarola, Quero Ver Voar". A Lins Imperial, com a reedição do seu tema de 1991 "Chico Mendes, o Arauto da Natureza", é campeã do Grupo B e retorna ao Segundo Grupo depois de três anos. No mesmo grupo, o Tuiuti também utiliza um tema antigo: "Vamos Falar de Amor", de 1983. No Grupo C, o Engenho da Rainha canta seu samba de 1986 "Ganga-Zumba, Raiz da Liberdade", mas acaba descendo de grupo. No desfile do Sábado das Campeãs, o abre-alas da Unidos da Tijuca (quarta colocada) pega fogo.

Abril de 2007: Em ação da Polícia Federal, o presidente da LIESA, Ailton Guimarães Jorge (Capitão Guimarães), e o patrono da Beija-Flor, Aniz Abraão David (Anísio), são dois dos 25 presos na Operação Furacão, cujo objetivo é desarticular quadrilha que atuava na exploração do jogo ilegal e cometia crimes contra a administração pública. O delegado Emanuel Henrique de Oliveira, em entrevista para o Fantástico, afirma existir a possibilidade de manipulação no resultado dos desfiles das escolas de samba do Rio. Por iniciativa da vereadora carioca Tereza Bergher (DEM), a CPI do Carnaval é criada.

2008: O Grupo Especial passa a conter 12 escolas a partir deste ano, o menor número desde 1983 (e coincidentemente, da era-Sambódromo). Pela primeira vez em muitos carnavais, os desfiles das grandes escolas se encerram ainda de noite. A Beija-Flor fatura o bicampeonato com um enredo sobre a capital amapense Macapá, obtendo 1,3 ponto de vantagem sobre o Salgueiro, vice-campeão. A Grande Rio fica em terceiro lugar num desfile que chama a atenção pelo misterioso atraso do intérprete Wander Pires, que chegou à Marquês de Sapucaí com a escola já em plena evolução. A Portela termina a apuração em quarto lugar, retornando ao desfile das campeãs depois de dez anos ausente. O desfile da Viradouro é marcado por uma polêmica dias antes do carnaval, com uma liminar impedindo que o carnavalesco Paulo Barros apresente uma alegoria representando dezenas de cadáveres judeus vitimados pela Segunda Guerra Mundial, com o ditador Adolf Hitler vivo acima deles. Para substituir o carro do Holocausto, o carnavalesco providencia uma alegoria de protesto em que um ator representando Tiradentes e mais outros componentes aparecem amordaçados, com a mensagem "Não se constrói o futuro enterrando a história". O enredo "É de Arrepiar" também é marcado por um abre-alas que representa uma pista de esqui ornamentada com gelo de verdade e esquiadores profissionais, porém mais uma vez Paulo Barros não consegue convencer os jurados com suas inovações e a Viradouro amarga um sétimo lugar. Com um desfile fraco sobre o centenário do frevo, a Mangueira vê refletir na avenida problemas internos como a troca de presidente às vésperas do carnaval e as suspeitas de tráfico na quadra da escola, obtendo apenas a décima colocação, sua pior desde 1994. A São Clemente é penalizada com meio ponto na apuração por trazer a modelo Viviane de Castro com a genitália desnuda (ela ostentava um tapa-sexo de apenas 4 cm), sendo conseqüentemente rebaixada para o Grupo A, vencido pelo Império Serrano, que volta ao Grupo Especial depois de um ano ao homenagear Carmen Miranda. A União da Ilha reedita o samba-enredo "É Hoje" de 1982, mas termina apenas na quinta colocação. No Grupo B, Inocentes de Belford Roxo e Paraíso do Tuiuti são promovidos ao Segundo Grupo, enquanto escolas tradicionais como Vizinha Faladeira e Unidos de Lucas descem para o Grupo C, vencido pelo Jacarezinho que obtém notas dez de todos os jurados com a reedição do seu tema de 1992 "A Visita do Jacarezinho ao Reino Encantado de Maria Clara Machado", retornando à Marquês de Sapucaí depois de três anos. O Arrastão de Cascadura é outra agremiação tradicional que retorna à Passarela do Samba com o vice-campeonato no Quatro Grupo. Em contrapartida, a Em Cima da Hora é novamente rebaixada para o Grupo D. Leão de Nova Iguaçu, Villa Rica e Canários das Laranjeiras, outras escolas que já tiveram momentos de glória no carnaval, também amargam rebaixamentos em seus grupos. No caso do Canários, a última colocação no Grupo E impede a agremiação de desfilar em 2009.

Junho de 2008: José Bispo Clementino dos Santos, o Jamelão, morre no dia 14, deixando órfãos não só os mangueirenses e demais bambas como também a cultura brasileira. Antes do enterro, seu caixão percorre toda a Marquês de Sapucaí, simbolizando o último desfile na passarela que tanto o consagrou.

Julho de 2008: Na madrugada do dia 2, morre Aroldo Melodia, legendário intérprete da União da Ilha. No dia 15, é fundada a Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso (LESGA), que passa a administrar os grupos de acesso do carnaval carioca no lugar da AESCRJ. Os Grupos B, C, D e E passam a se chamar, respectivamente, Grupo Rio de Janeiro 1, Rio de Janeiro 2, Rio de Janeiro 3 e Rio de Janeiro 4.

2009: No chamado carnaval da crise, em função da ausência de patrocínios motivada pela crise econômica mundial, o Salgueiro quebra um jejum de 16 anos e conquista o nono título de sua história com o enredo "Tambor". Neguinho da Beija-Flor torna-se a grande personalidade do carnaval. Mesmo se tratando de um câncer maligno no intestino, o intérprete comanda o carro de som da agremiação nilopolitana. Minutos antes do desfile, Neguinho se casa na concentração da Passarela do Samba, atraindo todas as atenções e recebendo o presidente Lula e o cantor Roberto Carlos como convidados ilustres. A Beija-Flor, que tentava seu terceiro tricampeonato com um enredo sobre a origem do banho, termina na segunda colocação exatamente um ponto atrás do Salgueiro e apenas um décimo à frente da Portela, terceiro lugar, que falou sobre o amor. A Mocidade Independente de Padre Miguel não consegue driblar seus problemas internos e realiza um desfile pífio, de maneira a comemorar a 11ª colocação que resultou na fuga do rebaixamento. Seu carnavalesco Cláudio Cebola é atropelado pelo abre-alas e, hospitalizado, não assiste ao desfile da Mocidade. O Império Serrano, mesmo reeditando seu samba-enredo de 1976 "Lenda das Sereias", finaliza a apuração em último e volta para o Grupo de Acesso. Na transmissão da TV Globo, uma câmera móvel despenca em cima de uma frisa durante o desfile da Mangueira, ferindo seis pessoas e gerando um pronunciamento do narrador Cléber Machado. No Grupo de Acesso, a LESGA (Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso) enfrenta muitos problemas em seu primeiro desfile. Transmitido pela CNT com o retorno do locutor Paulo Stein ao carnaval depois de 11 anos, o desfile atrasa 40 minutos em virtude de problemas no trânsito. A União da Ilha do Governador, com um enredo sobre as viagens de Julio Verne, conquista o campeonato do Grupo A e retorna ao Grupo Especial depois de oito anos. O Império da Tijuca reedita seu enredo de 1977 "O Mundo de Barro de Mestre Vitalino" e termina em oitavo. Minutos antes do início da apuração do Grupo A, é anunciado que nenhuma escola do grupo será rebaixada para o Grupo B. Assim, Inocentes de Belford Roxo (escola do presidente da LESGA, Reginaldo Gomes) e Caprichosos de Pilares (de Paulo de Almeida, um dos mentores da nova liga) escapam do descenso, apesar de amargarem as duas piores colocações no desfile, o que contraria as pretensões da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Riotur, que exigem ao menos o rebaixamento da Caprichosos, última colocada. Outro impasse surge com o empate entre Acadêmicos do Cubango (que reeditou "Afoxé", seu samba-enredo de 1979) e Unidos de Padre Miguel na primeira colocação do Grupo B. A LESGA admite subir apenas uma das duas agremiações, enquanto a AESCRJ exige que as duas obtenham o acesso. Dias depois, ficou definido que Cubango e Padre Miguel subiriam. Assim, o Grupo A terá 12 agremiações em 2010. Escolas tradicionais como Arrastão de Cascadura, Unidos de Lucas e Leão de Nova Iguaçu amargam rebaixamentos em seus grupos. No caso do Leão, apenas seis anos depois do último desfile no Grupo A, a escola vai parar no último grupo, o E.

2010: A Unidos da Tijuca quebra um tabu de 74 anos sem vitórias no principal desfile do carnaval carioca, ao encantar o Brasil com o enredo "É Segredo", capitaneado por uma antológica comissão de frente marcada pelo ilusionismo, algo até então nunca apresentado em um desfile de escola de samba. O carnavalesco Paulo Barros obteve seu primeiro campeonato aliando a sua criatividade à qualidade das alegorias, como no carro "Jardins Suspensos da Babilônia", formado por plantas de verdade. A Acadêmicos do Grande Rio, mesmo com o refrão de seu samba-enredo censurado pela Rede Globo por fazer menção a uma marca de cerveja diferente da que patrocinava a emissora, conseguiu o vice-campeonato ao contar a história do Sambódromo, impulsionada por criativas homenagens a Joãosinho Trinta. O Homem Voador, que fez sucesso no carnaval da escola em 2001, voltou a aparecer no Desfile das Campeãs, já que na noite oficial seu equipamento teve problemas técnicos. A Beija-Flor de Nilópolis terminou a apuração em terceiro lugar com um enredo sobre Brasília, que acabou sendo polêmico por não abordar o cenário político característico da capital federal. A Unidos de Vila Isabel, que voltou a desfilar com um samba-enredo composto por Martinho da Vila depois de 17 anos, repetiu a quarta colocação do ano anterior, prejudicada por um problema no carro de som que durou 20 minutos. A União da Ilha do Governador retornou ao Grupo Especial depois de nove anos de ausência e, com um enredo sobre Dom Quixote desenvolvido por Rosa Magalhães, conseguiu se manter na elite do carnaval carioca, mesmo com a ingrata tarefa de abrir os desfiles. A Unidos do Viradouro, em virtude de problemas administrativos e econômicos, realizou um desfile muito aquém de sua tradição e se despediu do Grupo Especial depois de exatos 20 carnavais seguidos no grupo principal, que integrava desde 1991. A São Clemente, campeã do Grupo de Acesso, ocupará seu lugar em 2011. A apuração do Grupo Especial voltou a ter o descarte de notas, com cinco jurados por quesito e as maiores e menores notas sendo cortadas na contagem final. Já a apuração do Grupo A foi bastante tumultuada, com direito a protestos por parte de Olivier Pelé, presidente da Acadêmicos do Cubango, objetos arremessados contra a mesa de leitura e por ameaças à continuidade das atividades da Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso (LESGA). No desfile do Grupo A, transmitido pela TV Bandeirantes, a Caprichosos de Pilares reeditou seu enredo de 1985 "E por falar em Saudade..." e Unidos de Padre Miguel e Paraíso do Tuiuti foram rebaixadas para o Grupo de Acesso RJ1, vencido pela Alegria da Zona Sul. No Terceiro Grupo, mais duas escolas optaram por reedições: Tradição com "Rei Senhor, Rei Zumbi, Rei Nagô" de 1986 e Lins Imperial com "Folia de Reis" de 1976. Escolas tradicionais como Unidos do Jacarezinho e Unidos de Lucas amargam rebaixamentos em seus grupos, com esta última sofrendo seu terceiro descenso consecutivo, passando pelo último grupo em 2011, apenas dois anos depois de seu último desfile na Sapucaí (em 2008).

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