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DANIEL COLLÊTE

DANIEL COLLÊTE

      

   

 

 

 

 

 

     Nome completo: Almir Daniel Pimentel

    

       

     Ano de nascimento: 1963

     

                                                                    

Dono de uma voz potente e de uma grande animação, Daniel Collête sempre empolga os desfiles nos quais ele está no carro de som. Consegue fazer cacos e conduzir o samba com perfeição. Irreverente, costuma ir fantasiado para o Anhembi. O seu “maraviiiiiilha” é uma marca, podendo até mesmo ser considerado um patrimônio do carnaval paulistano. Sem contar o seu grande carisma, e atenção aos fãs. Daniel é um monstro, no melhor sentido da palavra.

Nasceu no Rio de Janeiro, e começou desfilando na Beija-Flor de Nilópolis, em 1977 (no meio do tri-campeonato da escola). Passou por vários “setores” até se tornar ritmista na bateria de Odilon. Permaneceu assim até 1992, quando passou a ser diretor de bateria, cargo que ocupou até 1995.

Daniel ficou fora do carnaval durante os dois anos seguintes, enquanto fazia shows pelo mundo, em sua carreira paralela de cantor. Voltou aos desfiles em 1997, na X-9 Paulistana como diretor da bateria de Mestre Adamastor. Em 1998, ingressou na equipe de canto de Royce do Cavaco. Foi muito bem nas suas primeiras experiências num carro de som, tanto que, em 2000, foi contratado pela Mocidade Alegre para compor um super carro de som da agremiação, que contava com a Clovis Pê, André Pantera, Ricardo e o próprio Daniel. Nesse desfile, Daniel animou a galera, a convite de Clovis Pê, após o esquenta. Daniel fez o seu “Quero ouvir o grito da galera...! Ieeeeeeo... Ieeeoooooo!”, e o Anhembi veio a baixo.  A empolgação continuou quando o samba começou, com os interpretes fazendo uma animada coreografia no refrão central do samba, rendendo comentários de César Tralli, repórter da Globo, que acompanhava os puxadores na concentração: “é a turma mais animada que a gente já viu dos puxadores aqui no Anhembi!”, afirmou. Em 2001, passou a ser o interprete oficial, apesar de ainda dividir o microfone com Clovis na gravação oficial.

Em 2003, teve a sua primeira aparição marcante para o publico, quando veio caracterizado para o Anhembi, em trajes africanos, condizentes ao enredo da Morada, que tinha um sambaço. Em 2004, foi pela primeira vez campeão, quebrando um jejum de 24 anos sem vencer da Mocidade.

Em 2007, Daniel emocionou todos com um grito de guerra que empurrou a escola, levando ela a mais um campeonato. Quando o samba ia começar, ele pediu silencio, e levantou os integrantes da escola com belíssimas frases motivacionais. Sem contar que novamente vinha caracterizado, dessa vez de palhaço, no enredo sobre o “riso”. A escola entrou no Anhembi com 4 minutos no cronômetro, mas valeu a pena. O grande desfile de Collête rendeu ao interprete o seu primeiro Troféu Nota 10 (o estandarte de ouro de São Paulo).

Tal atuação, tirou Daniel da Mocidade, depois de 7 anos de “casamento” com a escola do Limão. Foi contratado pela X-9 Paulistana, escola que tinha dado a sua primeira chance de puxador no passado. Mais uma vez, Daniel fez um belo desfile, fantasiado de Urso Polar, no enredo sobre o aquecimento global. Em 2009, mesmo com um samba criticado, a X-9 fez um bom desfile graças, segundo muita gente, ao grande interprete, que levantou o Anhembi. Defendeu a Dragões da Real de 2011 a 2016. Em 2017, cantará na Leandro de Itaquera.

Daniel não é apenas um grande nome no samba. Também possui uma carreira como cantor e compositor. Tal carreira o levou a fazer shows por vários paises. Ainda esse ano, Daniel, pretende lançar o seu primeiro CD, no qual também é autor de todas as letras. Tudo o que podemos desejar é ‘Boa Sorte’, porque talento ele já mostrou ter!


INÍCIO: Beija-Flor, no final dos anos 70, ainda criança. Foi ritmista até 1992. Em 1993, virou diretor da bateria de Odilon. Veio para São Paulo em 1997. Em 1998, ingressou na carreira de interprete, entrando para a equipe da canto da X-9 Paulistana.
1998 a 1999 – X-9 Paulistana - SP (Apoio de Royce do Cavaco)
2000 – Mocidade Alegre – SP (Apoio de Clovis Pê) e Flor de Vila Dalila - SP (Grupo 1)
De 2001 a 2007 – Mocidade Alegre (Interprete Oficial)
Desde 2007 – Apoteose do Samba (Uruguaiana)
2008 a 2010 – X-9 Paulistana

2011 a 2016 - Dragões da Real
2017 - Leandro de Itaquera

GRITO DE GUERRA: Maraviiiiiilhaaaa! Alô você, bate no peito e diz... Eu sou (nome da escola)! Cinco, quatro, três, dois, um!

GRITOS DE EMPOLGAÇÃO: “Alô minhas baianas... gira, gira, vamos giraaaaaaaar”, “maravilhaaaa!”, “Obrigado meu pai”, “esquenta o couro bateria”, “hahaha”, “oooooobaa!”, “uou, uou, uou”, “vem, vem... é agoooooora!”; e geralmente, adapta muito bem cacos, baseados no próprio samba que interpreta.

Troféu Nota 10: 1 (2007); Também venceu em 2006, o premio de “Melhor Interprete” da Radio ‘BandFM’.

MAIS FOTOS DE DANIEL COLLÊTE


No histórico desfile do “riso” da Mocidade Alegre, em 2007.


Pela X-9 Paulistana em 2008.


Com Royce do Cavaco, pela X-9, em 2009.


Mais no inicio da sua carreira, pela Mocidade Alegre.


Brincando no camarim da gravação da vinheta do carnaval 2009.


Ao lado de Leci Brandão e René Sobral (de chapéu, na direita)


Com grandes interpretes do samba: Fredy Viana, Royce, Ernesto e Douglinhas.


Com alguns nomes do Rio, como Tinga e Gilsinho